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Vue Best Practices: boas práticas de Vue 3 com verificação oficial
Organiza reatividade, componentes, composables, SSR e desempenho em Vue 3, com confronto obrigatório entre regras comunitárias, documentação oficial e testes do projeto.
FONTE PRIMÁRIA
Confira o projeto original.
A imagem é uma ilustração editorial exclusiva. A origem, a licença e as permissões devem ser conferidas no repositório oficial antes da instalação.
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O QUE ESTA SKILL VERIFICA
O que ela coloca na mesa.
DETALHES DA SKILL
Como esta skill funciona na prática.
Entenda a função, o melhor cenário de uso e o resultado que você deve revisar antes de incluir esta skill no seu fluxo de trabalho.
Quando ela é útil
Mapeamento de componentes, revisão de reatividade, propriedades, eventos, composables, recursos opcionais e desempenho, com 22 referências temáticas.
O que ela faz
Organiza reatividade, componentes, composables, SSR e desempenho em Vue 3, com confronto obrigatório entre regras comunitárias, documentação oficial e testes do projeto.
O que você deve receber
Proposta rastreável por arquivo e regra, comparada com a documentação oficial e validada pelos comandos reais do projeto.
Onde pode ser usada
Clientes capazes de carregar SKILL.md com referências relativas. O foco é Vue 3 com Composition API, script setup e TypeScript; versão, SSR e convenções do projeto precisam ser confirmados.
O ZIP é textual, mas o uso real pode ler e alterar código privado, instalar dependências e executar processos. O projeto é comunitário e seu README alerta para possível incompletude; confirme regras na documentação oficial.
ANÁLISE EDITORIAL
Uma boa lista de práticas pode evitar erros repetidos em Vue 3, mas ela também pode transformar preferência em regra absoluta. A Vue Best Practices reúne orientações para Composition API, componentes, reatividade, composables, renderização no servidor, animações e desempenho. O valor está na organização do trabalho e nas referências temáticas. O limite está na origem: este é um projeto comunitário, não uma publicação oficial da equipe Vue.
O próprio mantenedor descreve o repositório como experimento inicial e alerta que algumas orientações podem estar incompletas. Por isso, esta curadoria não apresenta a Skill como autoridade final. Ela funciona melhor como checklist de revisão, desde que cada decisão sensível seja comparada com a documentação oficial da versão instalada e validada nos testes reais do projeto.
Imagem editorial exclusiva do Bastidores da IA. Não é captura de tela, interface real, logotipo oficial, benchmark nem prova de aplicação executada.
O que esta Skill faz de verdade
O arquivo principal propõe um fluxo para tarefas em Vue 3 com Composition API, <script setup lang="ts"> e TypeScript. Antes de implementar uma funcionalidade não trivial, o agente deve mapear responsabilidades dos componentes, contratos de propriedades e eventos e a separação entre interface e lógica reutilizável. A intenção é evitar componentes grandes que concentram estado, orquestração e várias áreas visuais.
Quatro referências são tratadas como núcleo obrigatório: reatividade, estrutura de Single File Components, fluxo de dados entre componentes e composables. As demais entram quando o requisito pede slots, atributos herdados, KeepAlive, Teleport, Suspense, transições, diretivas, funções de renderização, plugins, estado global ou otimização de listas. O SKILL.md fixado no commit auditado mostra essa divisão entre núcleo e referências opcionais.
O material também traz exemplos incorretos e corrigidos. Há orientações para não misturar v-if e v-for no mesmo elemento, manter chaves estáveis em listas, limpar efeitos de watchers, tipar propriedades e eventos, evitar HTML não confiável e medir antes de otimizar. Essas são pistas práticas, não garantias de que uma mudança serve para qualquer arquitetura.
Para quem serve
A Vue Best Practices é útil para equipes que mantêm aplicações Vue 3 e querem uma segunda leitura consistente durante criação, refatoração ou revisão de componentes. Ela pode ajudar quem migrou de Vue 2 e ainda mistura padrões da Options API com Composition API, quem precisa organizar um recurso grande em componentes menores ou quem quer revisar reatividade, efeitos e contratos antes de abrir um pull request.
Ela também serve como índice para agentes que costumam carregar contexto demais. O arquivo principal aponta quando uma referência opcional deve ser lida, em vez de colocar animação, SSR, plugins e desempenho em toda tarefa. Essa divulgação progressiva reduz ruído, desde que o cliente preserve a pasta references junto com o SKILL.md.
Não é a melhor escolha para um projeto que exige Options API por decisão explícita, usa Vue 2, depende de JSX como padrão ou segue convenções internas incompatíveis com a estrutura sugerida. O repositório oferece Skills separadas para alguns desses casos, mas elas não fazem parte deste pacote.
Compatibilidade e pré-requisitos
O repositório declara compatibilidade com clientes que leem o formato SKILL.md. O README documenta instalação com Skills CLI e um marketplace para Claude Code. Em outros clientes, a pasta pode ser copiada para o diretório de Skills aceito pelo projeto. A Skill não instala Vue, TypeScript, Volar, vue-tsc, Vitest, Playwright ou qualquer biblioteca de virtualização.
O projeto de destino deve informar sua versão de Vue, estratégia de renderização, gerenciador de estado, roteador, convenções de componentes e comandos de validação. Sem isso, o agente pode aplicar uma recomendação correta para uma versão diferente ou sugerir uma API ainda experimental. A documentação oficial de script setup confirma que essa sintaxe é recomendada quando SFC e Composition API são usados juntos, mas isso não obriga projetos existentes a reescrever toda a base.
Para SSR, o agente precisa saber o runtime e quais efeitos só podem ocorrer no navegador. A documentação oficial de composables orienta efeitos dependentes do DOM em hooks posteriores à montagem e limpeza em onUnmounted(). O pacote não testa essas condições automaticamente.
Instalação recomendada
O caminho oficial mais simples é selecionar apenas vue-best-practices no comando documentado pelo mantenedor: npx skills add vuejs-ai/skills --skill vue-best-practices. Como o comando executa um pacote obtido pela rede e grava arquivos no projeto, confira a origem do npx, o diretório de destino e o diff antes de aceitar a instalação.
O download local desta página oferece uma alternativa documental. Ele contém SKILL.md, 22 referências Markdown, LICENSE e ORIGEM.md. Descompacte em um projeto de teste, confira os 25 arquivos, leia o registro de origem e compare o commit. Não mova apenas o arquivo principal, porque os links relativos e as quatro referências obrigatórias deixariam de funcionar.
O pacote não inclui o restante do repositório, avaliações, demos, manifestos de marketplace ou dependências. Essa redução limita a superfície hospedada e mantém a Skill utilizável como documentação. Ela também significa que as avaliações citadas pelo projeto não são reproduzidas pelo ZIP local.
Configuração antes do primeiro uso
Registre em um arquivo curto a versão do Vue, o padrão adotado para componentes, o modo de renderização, o roteador, o estado global e os comandos de lint, tipos, testes e build. Acrescente convenções que prevalecem sobre a Skill, por exemplo uso obrigatório de Options API em uma área legada ou proibição de novas dependências.
Defina também o escopo de leitura e escrita. Para uma revisão, o agente pode começar somente lendo package.json, configuração, componentes envolvidos e testes. Autorize edição, instalação de pacote e execução de navegador em etapas separadas. Arquivos de ambiente, tokens, cookies e dados de produção não devem entrar no contexto.
Antes de aplicar regras de reatividade, abra a referência oficial de reatividade. Ela recomenda ref() como API principal para declarar estado e apresenta shallowRef() como opção para evitar reatividade profunda em estruturas grandes ou estado controlado por biblioteca externa. Isso diverge da frase da referência comunitária que manda usar shallowRef() sempre para primitivos. Trate a frase comunitária como hipótese a revisar, não como regra automática.
Primeiro uso seguro
Escolha um componente pequeno que já tenha testes. Peça ao agente para produzir primeiro um mapa de responsabilidades, listar o estado de origem, os valores derivados, os efeitos e os contratos de entrada e saída. A primeira saída deve ser uma proposta, sem editar arquivos.
Depois confronte cada recomendação com a versão instalada. Se o agente sugerir Suspense, lembre que a documentação oficial ainda classifica Suspense como experimental e avisa que a API pode mudar. Se sugerir v-html, aplique a regra oficial de segurança: conteúdo fornecido por usuário não pode ser considerado seguro sem isolamento e controle adequado.
Autorize uma mudança por vez, revise o diff e execute os testes já usados pelo projeto. Uma refatoração que divide componentes pode melhorar responsabilidades e ainda quebrar foco, slots, atributos herdados, hidratação ou desempenho. O resultado válido é o comportamento preservado com evidência, não a simples conformidade com o checklist.
Resultado esperado
Uma boa execução entrega um mapa curto dos componentes, uma lista de problemas observáveis e uma proposta vinculada a arquivos e linhas. Para cada mudança, deve explicar qual regra foi usada, qual documentação oficial confirma a decisão, qual risco existe e qual comando vai validar o resultado.
No código, o estado deve ficar mínimo e previsível, valores derivados devem preferir computed, efeitos devem ter motivo e limpeza, e contratos entre componentes devem permanecer explícitos. A documentação oficial de props confirma a declaração explícita das propriedades e mostra a tipagem dentro de script setup.
O relatório final deve separar correção necessária, preferência do projeto e otimização opcional. Performance só deve virar mudança quando existe medida ou problema real. A presença de uma seção de desempenho na Skill não prova que a aplicação está lenta.
Permissões e riscos
O ZIP é composto apenas por texto e licença. O risco aparece quando um agente usa essas instruções sobre um repositório real. Ele pode ler código privado, encontrar segredos em arquivos de ambiente, alterar muitos componentes, instalar dependências, iniciar servidor local ou executar testes que usam serviços externos.
Use permissões mínimas e mantenha credenciais fora do contexto. Exija aprovação separada para instalar pacotes, executar browser, escrever migrações, chamar APIs e alterar configuração de build. Para SSR, verifique se qualquer estado global é criado por requisição, evitando vazamento entre usuários.
O maior risco editorial é tratar uma recomendação comunitária como regra oficial. A Skill versão 18.0.0 contém material útil, mas o README admite possível incompletude. O exemplo de shallowRef() mostra por que o confronto com a documentação oficial é obrigatório. Preserve o pacote original para rastreabilidade, mas não aplique uma orientação duvidosa apenas porque ela aparece em destaque.
Erros comuns
- Instalar só o SKILL.md: preserve as 22 referências, pois o arquivo principal depende delas.
- Chamar o projeto de oficial: vuejs-ai se apresenta como iniciativa comunitária e não oficial.
- Aplicar shallowRef a tudo: compare a necessidade com a documentação oficial e com o comportamento esperado.
- Forçar Composition API em área legada: respeite a arquitetura e a decisão explícita do projeto.
- Usar Suspense sem registrar o status experimental: valide versão, fallback, erros e hidratação.
- Otimizar sem medir: confirme o gargalo antes de virtualização, memoização ou remoção de componentes.
- Executar instalação sem revisar: confira origem, diretório gravado e diff do projeto.
- Confundir checklist com teste: rode lint, tipos, testes e build aceitos pela equipe.
Versão auditada e download local
A curadoria foi concluída em 19/08/2026 no commit c9d355ff23f654309dd02006be671859df0a134c. O SKILL.md declara versão 18.0.0. A consulta da fila diária registrou 2.793 estrelas e repositório não arquivado na mesma data. A contagem supera o corte editorial de mil estrelas, mas não comprova precisão ou vínculo oficial.
O repositório usa licença MIT, que permite redistribuição com preservação do aviso. O pacote local tem 46.741 bytes e SHA-256 73fad9edf92b9180e81450cf35d3494e20ca0f783dee15470d1477f088dafc12. Ele contém 25 arquivos permitidos: Markdown e licença, sem scripts, executáveis, dependências, demos, projetos de avaliação, tokens, cookies ou credenciais.
O arquivo ORIGEM.md registra repositório, caminho, commit, versão, licença, data e hashes dos 24 arquivos copiados da origem. O hash do ZIP identifica a montagem curada pelo Bastidores, incluindo esse registro adicional.
Resultado esperado e limite final
Use a Vue Best Practices como roteiro de perguntas: o estado está bem definido, os valores derivados estão separados, os efeitos têm limpeza, os componentes têm responsabilidades claras e os contratos podem ser testados? Essas perguntas ajudam a revisar um projeto sem fingir que uma única arquitetura serve para todos.
Se a orientação comunitária divergir da documentação oficial, da versão instalada ou dos testes do projeto, pare e registre a divergência. O melhor resultado não é obedecer à Skill. É tomar uma decisão rastreável, compatível com o produto e confirmada por evidência técnica.
Fontes primárias
- Commit auditado no repositório vuejs-ai/skills.
- SKILL.md da Vue Best Practices.
- README com instalação e alerta de projeto comunitário.
- Licença MIT do repositório.
- Documentação oficial de reatividade do Vue.
- API oficial de shallowRef e reatividade avançada.
- Referência oficial de script setup.
- Guia oficial de composables.
- Guia oficial de Suspense e seu status experimental.
- Boas práticas oficiais de segurança do Vue.
CONFIGURAÇÃO
Instale só depois de ler.
Abra a fonte oficial, leia README e licença, fixe uma versão ou commit e só então siga o método indicado pelo mantenedor. Não execute comandos copiados de comentários ou vídeos sem revisão.
npx skills add vuejs-ai/skills --skill vue-best-practicesInstale somente a Skill em um projeto de teste. Confira o diretório gravado, preserve references e compare cada regra sensível com a documentação oficial da versão instalada.
Abra a fonte e o README
- Confira mantenedor e nome do repositório.
- Leia licença, requisitos e permissões.
- Escolha uma versão ou commit para aprovar.
Comece em um projeto de teste
- Use o comando acima ou o método do README.
- Prefira instalação por projeto antes da global.
- Não copie tokens, chaves ou arquivos sensíveis.
Faça um teste pequeno
- Confirme a descrição e os arquivos instalados.
- Execute uma tarefa reversível.
- Registre versão aprovada e remova o que não usar.