SKILL 214 · AGENT SKILL
Docker Destructive Guardrails: limpe recursos sem apagar o alvo errado
Ajuda agentes a distinguir remoção específica de varredura ampla e a pedir confirmação antes de comandos Docker que apagam contêineres, imagens, redes, cache ou volumes.
FONTE PRIMÁRIA
Confira o projeto original.
A imagem é uma ilustração editorial exclusiva. A origem, a licença e as permissões devem ser conferidas no repositório oficial antes da instalação.
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O QUE ESTA SKILL VERIFICA
O que ela coloca na mesa.
DETALHES DA SKILL
Como esta skill funciona na prática.
Entenda a função, o melhor cenário de uso e o resultado que você deve revisar antes de incluir esta skill no seu fluxo de trabalho.
Quando ela é útil
Desenvolvedores e administradores que pedem limpeza, liberação de espaço ou reset de recursos Docker e precisam identificar o que será perdido antes de executar.
O que ela faz
Ajuda agentes a distinguir remoção específica de varredura ampla e a pedir confirmação antes de comandos Docker que apagam contêineres, imagens, redes, cache ou volumes.
O que você deve receber
Plano de inspeção e comando de menor escopo, com alvo, impacto e confirmação humana explícitos quando a operação for irreversível.
Onde pode ser usada
Agentes que leem o formato Agent Skills e podem consultar a CLI do Docker. É política textual, não bloqueio técnico; confira a documentação da versão instalada.
Um agente com terminal conectado ao daemon pode remover recursos e dados sem recuperação. Limite host e permissões, inventarie recursos e exija confirmação específica para ações irreversíveis.
ANÁLISE EDITORIAL
“Limpar o Docker” parece uma tarefa simples até o comando escolhido apagar um volume que guardava dados ou remover todos os contêineres parados de uma máquina compartilhada. A Skill Docker Destructive Command Guardrails foi feita para esse ponto de decisão. Ela orienta o agente a identificar o recurso exato, explicar o que se perde e pedir confirmação antes de comandos de limpeza com alcance maior. Não instala uma trava no Docker nem recupera dados depois da exclusão. Seu valor está em fazer a pergunta certa antes que o comando seja executado.
O que esta Skill faz de verdade
A instrução oficial, mantida pela Docker, descreve uma política comportamental para agentes que sugerem ou executam comandos da CLI. Ela cobre remoção de contêineres, imagens, redes, contextos, builders, cache e volumes independentes de um projeto Compose. O arquivo de referência separa flags que ampliam o alcance e alternativas mais estreitas. O índice complementar encaminha operações específicas de Compose e de sandboxes para outras Skills do mesmo repositório. Esta página não substitui a documentação atual do comando nem autoriza qualquer limpeza por conta própria.
Há uma exceção restrita chamada Tier 1: remover um contêiner já parado e identificado, ou forçar a remoção de um contêiner temporário que o próprio agente criou nesta sessão para teste, pode dispensar uma nova pergunta bloqueante quando todos os critérios da Skill são satisfeitos e a pessoa já pediu a ação. Em outros casos, inclusive varreduras gerais e remoção forçada de contêiner alheio, a orientação exige descrição do impacto e confirmação explícita. Para docker stop, ela distingue interromper um processo de excluir o contêiner. Essa distinção evita chamar toda parada de “apagamento”, mas não ignora o risco de perder estado que estava só na memória.
Na consulta de 13 de outubro de 2026, o repositório docker/skills registrava 560 estrelas. Ele entra no catálogo como exceção ao limiar editorial de mil estrelas porque é mantido pela própria Docker, tem release, documentação e licença verificáveis. Não apresentamos essa contagem como prova de popularidade ou de que a política impede acidentes.

Para quem serve
Serve a quem usa um agente de programação em uma estação de desenvolvimento, servidor de testes ou ambiente compartilhado onde um pedido como “libere espaço” pode levar a uma sugestão agressiva. Também ajuda revisores de instruções de agentes, administradores e equipes de plataforma a explicitar o que um comando remove antes da execução. Um contêiner descartável criado agora para um teste não tem o mesmo peso que um volume persistente com dados de um banco. A Skill força essa diferença a aparecer na conversa e na revisão.
Ela não é uma ferramenta de backup, um sistema de autorização do daemon ou um substituto para políticas de acesso à máquina. Se o agente tiver permissão de terminal, a proteção continua dependendo de ele ler e seguir o texto, de a pessoa entender a confirmação e de o alvo ter sido inventariado corretamente. Em produção, aplique também controle de acesso, cópias recuperáveis e procedimentos internos. Se a ação for docker compose down -v, a própria Skill remete à orientação específica de Compose; não extrapole a regra do comando genérico para um projeto com serviços e volumes gerenciados.
Compatibilidade e pré-requisitos
O SKILL.md declara compatibilidade com a CLI do Docker, sem fixar uma versão mínima. A compatibilidade prática depende de um agente que reconheça o formato Agent Skills e de acesso ao texto no diretório correto. A instalação do ZIP local não configura Docker, não altera permissões e não executa comandos. Para validar exemplos, tenha a documentação da CLI correspondente à versão instalada. O manual de remoção de contêineres confirma, por exemplo, que -f pode forçar a remoção de um contêiner em execução e que -v remove volumes anônimos associados, não os nomeados.
Os pré-requisitos editoriais são mais importantes que um instalador: saber qual host e contexto Docker estão ativos, quem é dono dos recursos, se há dados não persistidos e qual resultado o usuário realmente quer. Sem isso, “limpar” não define um alvo seguro. Se houver credenciais para hosts remotos, não as cole no prompt nem as inclua em evidências públicas. A Skill é documental e não precisa de token para ser lida.
Instalação recomendada
- Baixe o pacote local pelo cartão no topo da página e compare seu SHA-256 com
d6f3f410928ccd3f38e44f296cc1268d29b9368417a0f6343f6a684fa290157a. Se não coincidir, não use o arquivo. - Extraia em uma pasta de teste. Leia
ORIGEM.md,LICENSE,SKILL.md, as duas referências e o checklist de verificação. Não há scripts ou binários no arquivo. - Copie a pasta completa para o local de Skills reconhecido pelo seu agente. Consulte a instalação mantida pela Docker e a documentação do seu cliente para o caminho e a forma de ativação. Preserve os subdiretórios
referencesechecks. - Teste em uma conversa sem executar exclusões: peça ao agente que explique o impacto de
docker system prune -a --volumesem um host fictício. A resposta deve pedir inventário e confirmação, não inventar recursos existentes.
O botão de repositório oficial, separado do download local, leva à origem completa e mais recente. O ZIP do Bastidores é uma cópia documental fixada no commit informado, não um instalador e não uma substituição da CLI.
Configuração antes do primeiro uso
Instrua o agente sobre a fronteira: qual máquina pode ser consultada, quais comandos de leitura estão autorizados e quais recursos são de teste. Para uma revisão inicial, dê apenas o objetivo, como “identificar o que ocupa espaço”, e peça uma proposta sem executar remoções. A consulta docker system df ajuda a separar categorias de uso de disco, mas não prova por si só que um recurso é descartável. Nome, rótulo, projeto, proprietário e possibilidade de reconstrução precisam ser conferidos antes da ação.
Se o Docker estiver apontando para um contexto remoto, uma leitura ou remoção pode afetar outro host. Confirme o contexto ativo e apresente a identidade do alvo na proposta. Não passe um comando com expansão de todos os IDs, como uma remoção em massa, como se fosse equivalente a remover um contêiner já identificado. Em ambiente compartilhado, peça a confirmação da pessoa responsável por cada conjunto de recursos. Quando os dados não puderem ser inventariados, pare.
Primeiro uso seguro e resultado esperado
Experimente um cenário fictício: “O build ficou lento, posso apagar tudo do Docker?” Uma resposta alinhada com a Skill deve separar hipótese de evidência. Primeiro identifica se o problema é cache, imagem, contêiner ou volume; depois sugere comandos de inspeção compatíveis com o host; por fim descreve qual recurso seria removido e o que não seria. Se uma ação irreversível for realmente necessária, a resposta apresenta o comando exato e espera confirmação. O resultado esperado é um plano verificável ou uma ação muito delimitada após autorização, não uma limpeza automática.
Outro exemplo: um contêiner de teste que o próprio agente acabou de criar está parado. A exceção Tier 1 pode permitir sua remoção específica depois de um pedido explícito na sessão, sem uma segunda pergunta. Ela não permite generalizar para docker container prune, que varre todos os contêineres parados. O manual oficial confirma o alcance desse comando. Se o agente não conseguir provar que o contêiner é seu teste e que não há estado não persistido, não use a exceção.
Permissões e riscos
O arquivo não pede acesso especial, mas a ferramenta de terminal conectada ao agente pode ter permissões para apagar recursos. Limite o acesso ao daemon e à máquina apropriada. Use contas e hosts de teste para validar a interpretação da Skill. Uma confirmação vaga, como “pode limpar”, não identifica volume, contexto, dados ou consequência. Peça uma enumeração concreta e mantenha registro da escolha humana quando a operação for relevante.
Volumes merecem atenção particular. Segundo a documentação de docker volume prune, o padrão remove volumes anônimos não utilizados e --all amplia o escopo também para volumes nomeados não utilizados. Já o manual de docker system prune descreve seu próprio alcance e opções. Não misture as flags dos dois comandos nem suponha que “não utilizado por contêiner agora” signifique “sem valor”. Um volume de backup ou de banco pode ficar temporariamente desacoplado.
Erros comuns e como investigar
O agente quer executar docker system prune para resolver qualquer falha. Peça que mostre a evidência de uso de disco e a categoria afetada. Compare a proposta com a tabela oficial de comandos destrutivos. Muitas falhas de build têm causa diferente de falta de espaço.
A Skill não apareceu no agente. Confira o nome da pasta, o caminho aceito pelo cliente e a presença do SKILL.md na raiz da pasta. Reinicie ou atualize a descoberta conforme a documentação do cliente. Não interprete o simples download como ativação. Se o cliente não suportar Skills, a leitura manual ainda ajuda a formular uma política, mas não há ativação automática.
O plano fala de Compose com a regra genérica. Use o índice de responsabilidade e abra a Skill oficial de Compose. O índice é um mapa, não a documentação integral da operação. As flags parecem diferentes no host. Rode somente docker ... --help para conferir a CLI instalada e compare com a documentação oficial antes de sugerir a ação. O checklist da Docker recomenda justamente revalidar comandos e exemplos a cada atualização.
Versão, licença e download local
Esta curadoria fixa o commit f79172733725e2fd236343ee7b963c446ed85d09. O skill.yaml da origem declara versão 0.1.0 para esta Skill; o repositório tinha o release v0.3.1 quando foi consultado. São identificadores diferentes. A licença Apache-2.0 consta na origem e está incluída integralmente no pacote. O arquivo local contém seis itens: SKILL.md, duas referências, o checklist, LICENSE e ORIGEM.md. Não hospeda scripts, executáveis, dependências, credenciais ou dados. O SHA-256 do SKILL.md de origem é 40cc20e6480a26fc160e34edc5d412ae97a518a9a4455ca61822d021d33c2990.
Após instalar, confira se o agente apresenta o impacto de cada comando antes de recomendar sua execução. Mesmo com esse comportamento, faça backup dos dados que importam e preserve uma decisão humana específica para operações irreversíveis. A Skill reduz uma classe de erro de decisão; ela não cria garantias de recuperação.
Fontes primárias
Foram consultados o diretório oficial da Skill, seu texto de licença, o release do repositório e a referência oficial da CLI Docker. O conteúdo técnico acima resume a revisão fixada; para executar em um host real, compare a versão da CLI e a documentação atual.
CONFIGURAÇÃO
Instale só depois de ler.
Abra a fonte oficial, leia README e licença, fixe uma versão ou commit e só então siga o método indicado pelo mantenedor. Não execute comandos copiados de comentários ou vídeos sem revisão.
unzip docker-destructive-guardrails-docs.zip -d docker-guardrails-auditCompare o SHA-256 antes de extrair. Leia ORIGEM.md, LICENSE, SKILL.md e as referências; copie a pasta revisada para o diretório de Skills do agente. Nenhuma limpeza é executada pela instalação.
Abra a fonte e o README
- Confira mantenedor e nome do repositório.
- Leia licença, requisitos e permissões.
- Escolha uma versão ou commit para aprovar.
Comece em um projeto de teste
- Use o comando acima ou o método do README.
- Prefira instalação por projeto antes da global.
- Não copie tokens, chaves ou arquivos sensíveis.
Faça um teste pequeno
- Confirme a descrição e os arquivos instalados.
- Execute uma tarefa reversível.
- Registre versão aprovada e remova o que não usar.