SKILL 72 · AGENT SKILL

Auth0 Security

Estrutura revisão de tokens, sessões, autorização, MFA e logs em integrações Auth0.

USE QUANDOAjuda a revisar autenticação, audiência, escopos, armazenamento de tokens, autorização, MFA e sanitização de logs.
ENTREGAPlano de segurança ligado a controles e testes observáveis, sem expor segredos ou prometer proteção automática.

FONTE PRIMÁRIA

Confira o projeto original.

A imagem é uma ilustração editorial exclusiva. A origem, a licença e as permissões devem ser conferidas no repositório oficial antes da instalação.

Abrir repositório original ↗
Ilustração editorial de identidade digital, tokens e múltiplos fatores protegendo uma aplicação
Ilustração editorial exclusiva do Bastidores da IA. Não é interface do Auth0 nem evidência de configuração executada.

O QUE ESTA SKILL VERIFICA

O que ela coloca na mesa.

Mapeie atores, tokens, público, escopos e armazenamento
Teste expiração, revogação e autorização negativa
Remova tokens e dados pessoais de logs
Mantenha mudanças no tenant sob aprovação e rollback

DETALHES DA SKILL

Como esta skill funciona na prática.

Entenda a função, o melhor cenário de uso e o resultado que você deve revisar antes de incluir esta skill no seu fluxo de trabalho.

PROBLEMA QUE RESOLVE

Quando ela é útil

Ajuda a revisar autenticação, audiência, escopos, armazenamento de tokens, autorização, MFA e sanitização de logs.

FUNÇÃO PRINCIPAL

O que ela faz

Estrutura revisão de tokens, sessões, autorização, MFA e logs em integrações Auth0.

RESULTADO DA EXECUÇÃO

O que você deve receber

Plano de segurança ligado a controles e testes observáveis, sem expor segredos ou prometer proteção automática.

AMBIENTE COMPATÍVEL

Onde pode ser usada

Clientes compatíveis com Agent Skills; configuração real depende do tenant, SDK e arquitetura da aplicação.

Limite importante

Uma implementação real pode alterar autenticação, autorização e acesso a dados. Não forneça segredos ao agente e valide em ambiente de teste.

ANÁLISE EDITORIAL

Auth0 é uma Skill oficial que encaminha tarefas de autenticação para referências específicas de framework, recurso e ferramenta. Ela cobre login, proteção de APIs, sessões, tokens, MFA, organizações, RBAC, migração e auditoria. Para esta curadoria, o foco é a trilha de segurança: validação de tokens, armazenamento, escopos, PKCE, segredos, URLs permitidas e autenticação em múltiplos fatores.

A versão auditada está no repositório auth0/agent-skills, commit abab92beb4b7c703313fe2309567b018474e48a0. O arquivo declara versão 2.1.0 e licença Apache 2.0. O repositório oficial foi consultado em 16 de agosto de 2026.

O pacote local é um recorte documental. Ele inclui o SKILL.md original, duas referências sobre segurança e tokens, a licença e o registro de origem. Não inclui Auth0 CLI, scripts, templates, instaladores, configuração de tenant, dados de usuário, tokens ou credenciais.

Imagem editorial exclusiva do Bastidores da IA. Não é captura da Auth0, tela de login real nem evidência de configuração aplicada.

Como a Skill organiza o trabalho

O arquivo funciona como roteador. Primeiro identifica a intenção: integrar login, exigir MFA, proteger uma API, revisar segurança, diagnosticar 401 ou 403, migrar fornecedor ou operar a CLI. Depois detecta framework por dependências e arquivos do projeto. Por fim escolhe a ferramenta e carrega duas ou três referências adequadas.

Essa ordem evita aplicar um tutorial genérico. Um SPA React, um servidor Next.js, uma API Express, um aplicativo móvel e um backend Python têm superfícies de sessão e armazenamento diferentes. A Skill pede que o agente use sinais do projeto antes de escolher o caminho e que interrompa o fluxo quando a evidência contradiz o pedido.

Para perguntas de segurança, o roteamento carrega a referência de boas práticas, a referência do framework e, quando necessário, o material de tratamento de tokens. O resultado esperado não é apenas código. É uma proposta que distingue identidade, sessão, token de acesso, autorização e operação sensível.

O que ela recomenda para tokens

A orientação principal é validar tokens de acesso no backend. Em cada requisição devem ser conferidos emissor, audiência, expiração e algoritmo. O backend também precisa aplicar escopos ou permissões compatíveis com a operação, em vez de aceitar qualquer token válido como autorização universal.

Para SPAs, a referência prefere armazenamento em memória e alerta para o risco de localStorage em caso de XSS. Em aplicações de servidor, recomenda cookie de sessão criptografado e HttpOnly. Em mobile, direciona para keychain ou keystore. Segredos de cliente ficam restritos a aplicações de servidor e não pertencem a SPA ou aplicativo nativo.

PKCE aparece como requisito para clientes públicos. URLs de callback e logout devem ser específicas. Coringas amplos e endereços não HTTPS aumentam a superfície de redirecionamento indevido. Nenhuma dessas decisões deve ser aplicada só porque um exemplo compilou.

MFA não é apenas uma tela adicional

A Skill trata MFA como parte de uma política verificável. Uma operação sensível precisa confirmar no backend que a autenticação exigida realmente ocorreu. Uma checagem somente no navegador pode ser contornada. O token ou a sessão devem carregar a evidência apropriada, e o servidor precisa recusá-la quando ausente.

Ela também diferencia MFA permanente de autenticação reforçada para uma ação específica. Transferência, alteração de credencial, exclusão ou acesso administrativo podem pedir reautenticação recente. A escolha entre TOTP, WebAuthn, SMS, email e códigos de recuperação depende do risco, da população e da capacidade de suporte.

Exemplos de código continuam sendo exemplos. Domínios, audiências, claims, bibliotecas e versões precisam ser confirmados na documentação atual e no tenant real. A política de recuperação é tão importante quanto o segundo fator, porque um processo fraco de recuperação pode anular a proteção.

Para quem serve

A Skill serve para equipes que estão adicionando autenticação a uma aplicação, protegendo uma API, revisando armazenamento de tokens ou planejando MFA. Também ajuda em diagnóstico quando há conflito entre framework, SDK e fluxo escolhido.

Ela não substitui arquitetura de identidade, análise de ameaça, avaliação jurídica ou administração do tenant. Também não autoriza criar aplicações, mudar callbacks, girar segredos, habilitar fatores ou alterar políticas. Essas ações podem bloquear usuários e devem passar por responsável humano, homologação e rollback.

Compatibilidade e pré-requisitos

O repositório cobre JavaScript e TypeScript, Python, Java, Kotlin, .NET, PHP, Go, Swift, Android, Flutter, React Native e outras combinações. O campo da Skill declara a Auth0 CLI como binário necessário para alguns fluxos. O pacote local não contém nem instala esse binário.

Para usar a versão completa, o agente pode precisar ler manifestos, detectar dependências, abrir documentação e chamar ferramentas da Auth0. Conexão com tenant, API de gerenciamento e Vercel exige autenticação própria. Comece sem acesso de produção e habilite somente o necessário.

Instalação recomendada

Abra o diretório oficial fixado no commit e leia o SKILL.md original. O README do repositório documenta os métodos atuais de instalação para clientes compatíveis.

Instale primeiro em um projeto de teste. Compare todos os arquivos que o instalador pretende gravar e não conecte um tenant até revisar escopos. Se o cliente não suporta o formato integral, use o pacote local somente como referência de segurança, sem alegar que a Skill está ativa.

Primeiro uso seguro

  1. Defina se o alvo é aplicação web, SPA, mobile ou API.
  2. Registre framework, versão do SDK e fluxo atual.
  3. Use um tenant de desenvolvimento com usuários fictícios.
  4. Informe audiência, emissor e URLs sem expor segredos.
  5. Peça primeiro uma revisão do desenho, sem aplicar mudanças.
  6. Valide tokens no backend e teste rejeição por audiência, emissor e expiração.
  7. Teste callback, logout, renovação e sessão expirada.
  8. Habilite MFA em grupo controlado e confirme recuperação.
  9. Só depois prepare a mudança para produção com rollback.

Resultado esperado

Uma boa saída identifica quem autentica, qual recurso recebe o token, onde a sessão vive, como a autorização é aplicada e qual evento exige MFA. Deve listar arquivos e configurações envolvidos, testes negativos e limites de acesso. Não deve expor um segredo em exemplo, log ou prompt.

O resultado também precisa separar configuração do provedor e código da aplicação. Alterar um callback no tenant não corrige middleware incorreto. Instalar middleware não corrige audiência errada. Essa distinção acelera diagnóstico e reduz mudanças simultâneas.

Cenário prático de validação

Considere uma aplicação de atendimento que usa login social para operadores e chama uma API interna em nome do usuário. A primeira tarefa é separar os atores: navegador, aplicação, provedor de identidade, API e serviço administrativo. Depois, registre qual token circula entre cada par, qual público ele declara, quanto tempo permanece válido e onde é armazenado. Essa tabela simples costuma revelar quando um ID token está sendo usado indevidamente como credencial de API ou quando um token amplo chega a um componente que não precisa dele.

Em seguida, revise um fluxo de falha. Simule conceitualmente um token vencido, uma sessão revogada e uma tentativa administrativa sem MFA recente. O resultado correto não é apenas negar acesso. A aplicação deve registrar o evento necessário para investigação, evitar incluir o próprio token no log e orientar o usuário sem revelar detalhes úteis a um atacante. Se a Skill sugerir uma configuração, confronte o nome e a disponibilidade com a documentação da versão implantada.

O aceite final exige evidência: captura de configuração sem segredos, teste automatizado ou registro sanitizado de cada cenário. Recomendações que não podem ser ligadas a um controle observável devem permanecer como pendências. Esse método evita que uma checklist extensa produza falsa sensação de segurança.

Riscos e erros comuns

  • Guardar token em local inadequado: XSS, backup ou log pode transformar uma sessão em credencial reutilizável.
  • Validar só no frontend: a API continua acessível sem a barreira esperada.
  • Confundir ID token e access token: cada um tem público e finalidade diferentes.
  • Usar segredo em cliente público: o segredo não permanece secreto dentro de SPA ou aplicativo distribuído.
  • Liberar callback amplo: aumenta o risco de redirecionamento indevido.
  • Habilitar MFA sem recuperação: usuários podem ficar bloqueados.
  • Aplicar exemplos sem versão: APIs e SDKs mudam, especialmente em migrações de versão principal.

Versão, licença e download local

O commit auditado é abab92beb4b7c703313fe2309567b018474e48a0, com versão 2.1.0 declarada. A licença Apache 2.0 permite redistribuição sob suas condições, preservadas no pacote.

O ZIP local tem SHA-256 ee731c7f50287eb2ee5729d765d849bc2ed38f444d63d22279d9786660955038 e cinco arquivos textuais. Ele é um recorte de auditoria, não a Skill completa, não instala a CLI e não inclui referências de framework. Consulte o repositório oficial para instalação e atualização.

Limite final

Auth0 ajuda a estruturar autenticação, mas uma resposta correta ainda depende do tenant, do SDK, da versão e do modelo de ameaça. Segurança de identidade não se resume a copiar middleware. Ela inclui recuperação, rotação, observabilidade, revogação e suporte.

Use a Skill para organizar decisões e testes. Mantenha credenciais, configuração do tenant e implantação sob menor privilégio, revisão humana e validação em ambiente controlado.

Fontes primárias

CONFIGURAÇÃO

Instale só depois de ler.

Abra a fonte oficial, leia README e licença, fixe uma versão ou commit e só então siga o método indicado pelo mantenedor. Não execute comandos copiados de comentários ou vídeos sem revisão.

Instalação manual controladacopie skills/auth0-security para o diretório de Skills do cliente

Revise a versão e as referências antes de usar. O ZIP local contém somente documentação selecionada.

01 · CONFIRME A ORIGEM

Abra a fonte e o README

  1. Confira mantenedor e nome do repositório.
  2. Leia licença, requisitos e permissões.
  3. Escolha uma versão ou commit para aprovar.
02 · INSTALE COM ESCOPO

Comece em um projeto de teste

  1. Use o comando acima ou o método do README.
  2. Prefira instalação por projeto antes da global.
  3. Não copie tokens, chaves ou arquivos sensíveis.
Diretório oficial ↗
03 · VALIDE O RESULTADO

Faça um teste pequeno

  1. Confirme a descrição e os arquivos instalados.
  2. Execute uma tarefa reversível.
  3. Registre versão aprovada e remova o que não usar.
SKILL.md auditado ↗
← Voltar para todas as skills